Programa Entrevero Cultural – PEC
  • Semana da Pátria

    Publicado em 06/09/2018 às 15:31


  • Dia do Folclore:

    Publicado em 22/08/2018 às 15:19

    Originado do Inglês, a palavra “Folklore” significa “sabedoria popular”, isso porque é formada pela junção de folk, que significa “povo”, e lore, “sabedoria” ou “conhecimento”. Sendo assim, o Folclore pode então ser considerado como um conjunto de tradições populares que se constitui de lendas, mitos, danças, provérbios e demais costumes que são passados de geração para geração.

    Fonte: EL HERALDO, El Tanguito Montielero y La Chamarrita. Disponível em: http://www.elheraldo.com.ar/noticias/156617_el-tanguito-montielero-y-la-chamarrita-.html.

    Para mais informações sobre esta data comemorativa acesse: http://entreverocultural.curitibanos.ufsc.br/dia-do-folclore/


  • 19 de Agosto: Dia mundial da Fotografia

    Publicado em 19/08/2018 às 21:12

    A origem para o Dia Internacional da Fotografia se dá no ano de 1839, mais especificamente, quando no da 07 de janeiro através da Academia de Ciência da França foi anunciada a daguerreotipa, que foi um processo fotográfico desenvolvido por Joseph Nicephore Niépce e Louis Jacques Mandé Daguerre. Posteriormente a Academia de Ciência da França e a Academia de Belas-Artes explicaram o processo e dessa forma não apenas o governo francês adquiriu o invento, tornando-o público fazendo com que o “mundo inteiro” tivesse acesso a essa invenção.

    O Daguerreótipo consiste em uma imagem única e positiva e que se forma diretamente sobre a placa de cobre que em seguida é revestida com prata e quando exposta a câmera escura a imagem é revelada por vapores de mercúrio e por fim fixada com solução salina.

    Aqui no Brasil a notícia chegou mais rápido do que o imaginado, após quatro meses do anúncio mundial o Jornal do Commercio de 1º de maio lançou o título “Miscellanea” o artigo sobre o assunto e assim começou por aqui as buscas sobre fotografia ou sobre como obter melhores qualidades nas fotos obtidas, assim a Brasiliana apresentou aos seus leitores um glossário sobre as técnicas do século XIX, mas adaptado no seu catálogo” Panoramas: a paisagem brasileira” – que está relatado hoje na coleção de Moreira Salles.

    Com tudo, sabemos que atualmente este processo fotográfico já está mais instantâneo, devido a tecnologia digital que modificaram os paradigmas da fotografia, mas permitiram que pudéssemos registrar os momentos de maneira rápida e sofisticada. Os equipamentos que á nós são oferecidos além de possuírem está sofisticação, trazem maior facilidade com manuseio e uso além de maior qualidade de imagem.  Ainda que a simplificação na forma de captação, armazenagem, impressão e reprodução das imagens aliou-se a era tecnológica, pois a organização de álbuns em documentos e distribuição de fotos tornou-se mais rápida e prática via internet ampliando assim o uso da imagem, sendo que com a incorporação de celulares a imagem hoje tem tornado a fotografia cada vez mais particular ao indivíduo.

    Dessa forma, a fotografia, à medida que se torna uma experiência cada vez mais pessoal, deverá se ampliar, através dos diversos perfis de fotógrafos amadores ou profissionais. Assim, o espectro de conservar um momento em uma imagem se ampliará cada vez mais.

    Gostaríamos  de agradecer ao Augusto que sempre esteve a disposição para registrar as apresentações em que o grupo se fez presente, demonstrando assim sua experiência com está arte que é a fotografia e o saber de fotografar.

    Foto: Tiago Amado

    Foto: Augusto


  • 18 de julho: Dia do Trovador

    Publicado em 20/07/2018 às 14:16

    Jorge Amado dizia: “Não pode haver criação literária mais popular e que mais fale diretamente ao coração do povo do que a trova. É através dela que o povo toma contato com a poesia e por isto mesmo a trova e o trovador são imortais”.

    No dia 18 de julho se comemora o Dia do Trovador, e se comemora nesta data por ser o dia do nascimento de Gilson de Castro (RJ), cujo pseudônimo literário é Luiz Otávio.

    A trova é um micro poema, o menor da língua portuguesa, que deve obedecer características rígidas. É preciso que a trova seja uma quadra, ou seja, tenha quatro versos (na poesia, cada linha é denominado verso). E cada verso deve ter sete sílabas poéticas, sendo estas contadas pelo som.

    Para mais informações desta data comemorativa, acesse o link:

    Dia do Trovador

     

     


  • Apresentação na V SAVUFSC.

    Publicado em 05/06/2018 às 21:40

    “Por definição regional, Entrevero é uma mistura, confusão de pessoas ou coisas. Com o Entrevero Cultural, nós propomos um encontro de pessoas com características distintas, em torno da cultura regional nas suas mais variadas manifestações. Essa é a essência do nosso trabalho com o Programa Entrevero Cultural“.

    No dia 04 de junho de 2018, o PEC realizou uma apresentação na abertura da V SAVUFSC (Semana Acadêmica da Medicina Veterinária da Universidade Federal de Santa Catarina), que aconteceu nas dependências da UnC (Universidade do Contestado Campus Curitibanos). A apresentação foi realizada pelo professor da Companhia de Dança Entrevero Cultural, Marcos Froner Ferreira, que com o seu acordeão mostrou a beleza de músicas tradicionais gaúchas e de salão.

     


  • Dia do Tropeiro em Santa Catarina

    Publicado em 26/04/2018 às 19:21

    O tropeirismo ainda hoje está ligado ao modo de se viver das pessoas daqui, criando uma cultura diferenciada das demais, ao se confrontá-la e inseri-la na cultura germânica.  Em Santa Catarina, as homenagens a estes heróis (tropeiros) viraram a lei de número 13.890, de 2006, que estabelece o dia 26 de abril, como o Dia do Tropeirismo. E em Rancho Queimado, a comunidade de Taquaras ergueu em homenagem a estes corajosos comerciantes, mensageiros e desbravadores o Monumento ao Tropeiro, que foi o primeiro monumento do país que valorizou a pujança desses, também aventureiros!

    O Tropeirismo teve início no Brasil no início do século XVIII e se prolongou até o século XX, mais precisamente até a década de 60, quando o tropeiro foi aos poucos substituído pelo caminhoneiro. No início, o ciclo do muar consolidou o ciclo do ouro e o aparecimento de uma nova camada social com as profissões de ferreiro, seleiro, funileiro, domador, latoeiro, trançador, bruaqueiro e outras mais. A transformação sócio-cultural foi intensa e os pequenos pontos de comércio e as pousadas fizeram surgir várias cidades, exatamente a um dia de cavalgada uma da outra. São profissões ainda vívidas e vivenciadas em Rancho Queimado, passadas de geração em geração.

    A própria origem da cidade, que naquela época tinha um comércio ativo e consolidado – em especial o Distrito de Taquaras – configura no cenário da historiografia catarinense. Lá se tinha hospedarias, invernadas de pouso para os tropeiros  e um latente comércio que ligava o povo do planalto ao povo do litoral.

    É interessante observar que a distância entre as atuais cidades justificam essa observação, que os povoados se formavam a um dia de cavalgada, um do outro. Exceto a área metropolitana da capital, que já apresenta a chamada conurbação, o restante dos municípios ainda se encontram distantes entre si. O que os deixou mais próximos foi o progresso: estradas e veículos, no lugar das antigas tropas.

    O comércio de animais foi fator determinante para integrar efetivamente o sul ao restante do Brasil, apesar das diferenças culturais entre as regiões da colônia, os interesses mercantis foram responsáveis por essa fusão e indiretamente, pela prosperidade tanto da grande propriedade estancieira dos estados do sul, como de pequenas propriedades familiares, em regiões onde predominaram populações de origem européia e que abasteciam de alimentos as fazendas pecuaristas.

    Assim surge também a localidade de Taquaras, miscigenando o imigrante europeu ao caboclo viajante. Juntos, enfrentaram as adversidades da região e confrontaram-se com os nativos, os bugres que aqui já viviam bem antes dessas outras etnias. Surge aí, uma comunidade autônoma, independente, e que configura no cenário histórico catarinense como um grande marco: Taquaras foi morada oficial do governador do Estado de 1911 até o final daquela década, exercendo papel, às vezes, de sede-provisória do governo, conforme evidenciam os documentos da época, que noticiavam a vinda do governador Hercílio Pedro da Luz e dos seus correligionários – que da sua fazenda, em Taquaras, administravam Santa Catarina por vários dias, até o retorno deles a Desterro.

    O próprio nome que hoje o município carrega – Rancho Queimado – tem origem com as idas e vindas das tropas que percorriam os antigos “Caminhos das Tropas” e que por aqui tiveram um rancho de pouso, que por descuido de algum tropeiro queimou e assim ficara referenciada esta região: “o local do rancho queimado”. Juntam-se a isso as experiências e trocas trazidas e levadas dos tropeiros viajantes por todos os povoados aonde percorriam, mais as lendas e estórias que se ouviam (e se ouvem até hoje) dos bugres daqueles tempos; temos muita História para esmiuçar e ter a partir daí muitas linhas de leitura. Demos ênfase a história do tropeirismo, que condiz tanto com a nossa cultura!

     http://entreverocultural.curitibanos.ufsc.br/dia-do-tropeiris…m-santa-catarina/

  • PEC fazendo parte da história da UFSC Campus de Curitibanos

    Publicado em 24/04/2018 às 21:22

    Dançar faz bem para o corpo e a mente! A arte de expressar sentimentos pela música é um dos alicerces do Programa Entrevero Cultural (PEC), coordenado pela professora da UFSC Curitibanos, Carine Lisete Glienke.

    Este é um projeto que tem tudo a ver com as características da região de Curitibanos, e está fazendo história no Campus!

    Confira a notícia completa em:

    http://noticias.ufsc.br/2018/04/ufsc-curitibanos-ontem-e-hoje-cursos-e-projetos-se-inspiram-na-regiao/


  • Dia Internacional da Dança

    Publicado em 24/04/2018 às 20:00

    O Dia Internacional da Dança é comemorado no dia 29 de Abril, data instituída em 1982, pelo Comité Internacional da Dança (CID) da UNESCO, com intuito voltado ao nascimento de Jean Georges Noverre, mestre do balé francês. Assim, a proposta é chamar a atenção para essa atividade, de modo a incentivar governantes do mundo a fornecer um local próprio para a realização da dança.
    Por coincidência, a data está associada a uma personalidade brasileira de importância no balé. Marika Gidali, bailarina co-fundadora do Ballet Stagium em São Paulo, também nasceu no dia 29 de abril.
    Sobre a dança, é importante ressaltar que ela traz diversos benefícios à saúde, tanto terapêutico, quanto culturais, sociais, educacionais a científicos. Ainda, como em toda atividade física, o cérebro libera serotonina, substância que traz a sensação de alívio, melhorando o humor e o sono.

    Benefícios da prática da dança de salão:
    • Reduz estresse e ansiedade
    • Aumenta a capacidade sanguínea
    • Combate à depressão
    • Trabalha a respiração
    • Favorece a perda de peso

    Neste dia, são realizadas diversas atividades por associações, escolas e outras entidades ligadas à dança, para promover esta arte que é vista como linguagem universal, promotora de ideais como a liberdade de expressão e a igualdade de direitos.

    “A dança consegue revelar tudo o que a música esconde misteriosamente, tendo mais mérito de ser humana e palpável. A dança é poesia com braços e pernas, é a matéria, graciosa e terrível, animada, embelezada pelo movimento”. – Charles Baudelaire


  • Dia do Chimarrão – 24 de Abril

    Publicado em 24/04/2018 às 16:14

    No dia 24 de Abril é comemorado o Dia do Chimarrão. Além de símbolo da tradição, o chimarrão faz parte da herança dos índios Guaranis, onde está presente na forma de recepcionar os visitantes de maneira acolhedora.

    O ato de “tomar um mate”  não está presente somente no Rio Grande do Sul, e sim, em todos os lugares onde há apreciadores desta bebida. Temos como exemplo a nossa universidade, UFSC – campus Curitibanos, onde o “bom e velho chimarrão” é compartilhado entre todos os servidores, alunos e professores.

    Dentre seus benefícios, o chimarrão ajuda a esquentar nosso corpo nos dias frios do inverno, é antioxidante, faz bem pro coração, digestivo, auxilia na regeneração celular, ainda é acolhedor, pode ser tomado a qualquer horário e lugar, faz parte do lazer e diversão.

    Sendo que, para preparar um bom e tradicional chimarrão é necessário: erva mate, cuia, bomba e água quente, até 70ºC.

    Ceva um mate tu também vivente!


  • Espetáculo Origens: Canto e Dança Sul-Americana

    Publicado em 29/03/2018 às 15:44

    Curitibanos e a UFSC foram representados no edital Estação Cultural – verão 2018, da Fundação Catarinense de Cultura. O espetáculo “Origens: canto e dança sul-americana” foi uma das atrações selecionadas para integrar o projeto, que teve por objetivo democratizar o acesso às atividades culturais em nosso Estado.

    Dentro da programação deste edital, a Companhia de Dança Entrevero Cultural apresentou o espetáculo Origens no dia 24 de março de 2018, no espaço alternativo da Fundação Cultural de Rio do Sul. O evento foi totalmente gratuito, aberto a toda comunidade, e contou com expressiva participação de espectadores de todas as idades, desde crianças até idosos.

    Apresentar a essência da identidade sul-americana foi o objetivo principal do espetáculo. A Cia de Dança Entrevero Cultural apresentou ao público um repertório de danças e músicas, no embalo dos ritmos regionais e das danças populares do folclore sulista, conduzindo os espectadores pelos caminhos até suas origens.

    O grupo que realizou essa apresentação foi coordenado pelo professor de dança e educador físico, Marcos Froner Ferreira, diretor do espetáculo e da Cia de Dança. O corpo de baile foi composto por professores e alunos da UFSC, campus de Curitibanos, bem como por jovens e adultos de Curitibanos e região, totalizando 28 dançarinos. Além disso, a apresentação foi acompanhada pelos músicos de renome regional: Arthur Mattos (Vocal), Marlus Pereira (Violão) e Gabriel Maculan (Acordeom).

    A Companhia de Dança Entrevero Cultural é um projeto de extensão registrado junto à Universidade Federal de Santa Catarina, Campus de Curitibanos (SIGPEX nº 201702074), sob coordenação da profª Drª Carine Lisete Glienke. Este projeto integra um programa de extensão, com atividades voltadas à promoção da cultura na comunidade local, denominado Programa Entrevero Cultural (SIGPEX nº 201702073), também sob coordenação dessa professora. Estes projetos recebem apoio da Pró-Reitoria de Extensão e da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC, as quais concedem bolsas aos estudantes que trabalham no projeto; do Centro de Ciências Rurais da UFSC/Campus de Curitibanos, que intercede pelos projetos viabilizando sua realização, além do apoio do Centro de Educação Profissionalizante Enori Pozzo – Cedup de Curitibanos, que cede o espaço físico para a realização dos ensaios da Companhia de Dança. O professor de dança e educador físico, Marcos Froner Ferreira, é o responsável técnico pelas atividades da Companhia de Dança, atuando como voluntário neste e outros projetos do Programa Entrevero Cultural.

    Todo este apoio é fundamental para viabilizar as atividades da Companhia de Dança Entrevero Cultural. Agradecemos o empenho de todos os participantes e apoiadores que tornaram possível a realização deste evento!